sábado, 31 de março de 2012

O regime


Para que não reste dúvidas o regime praticado em Portugal é, no campo económico o Capitalismo de Estado ou o Liberal Socialismo, e é sustentado politicamente por uma Partidocracia.


Muitos querem falar, palrar e opinar, mas nem conseguem identificar o sistema em que vivem...

sexta-feira, 30 de março de 2012

Estava certo







Um dos economistas mais difundidos aqui no blog, que estava certo numa altura em que todos os outros ainda se riam...

Chamo também a atenção para os seus avisos atuais enquanto muitos outros economistas continuam a assobiar para o lado.



Outros vídeos de Peter Schiff: (legendado em pt)


O inevitável colapso do dólar, aqui

Resumo de várias intervenções, aqui

Peter Schiff vs Ocuppy, aqui



Documentário com a participação de Peter Schiff:  (legendado em Espanhol)

Overdose, a próxima grande crise financeira, aqui


A situação


A situação real do país com José Gomes Ferreira e Tiago Caiado Guerreiro.

Vídeo aqui

quinta-feira, 29 de março de 2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Citação do dia






Autenticidade


AUTENTICIDADE
Algo tão nosso e tão valioso.




Conquista
Livre não sou, que nem a própria vida 
Mo consente. 
Mas a minha aguerrida 
Teimosia 
É quebrar dia a dia 
Um grilhão da corrente. 
Livre não sou, mas quero a liberdade. 
Trago-a dentro de mim como um destino. 
E vão lá desdizer o sonho do menino 
Que se afogou e flutua 
Entre nenúfares de serenidade 
Depois de ter a lua!"

Miguel Torga, in 'Cântico do Homem'



Regresso


1,5 milhões de gregos admitem regressar à agricultura

A crise económica e financeira está a fazer regressar os gregos à agricultura e cerca de 1,5 milhões admitem deixar as cidades, revela uma sondagem encomendada pelo Ministério da Agricultura.



notícia aqui

Estado da nação

- Idosos que morrem em casa aos milhares por falta de assistência. 

- 357 novos desempregados todos os dias. 

- Número de casais desempregados dispara em Fevereiro , aumento de 73,2% para 7192 casais. 

- 100 empresas fecham todos os dias. 

- Portugueses no exterior, passam fome , frio e dormem nas ruas e estações de comboio por essa Europa fora. 

- Cada vez há mais crianças a passar fome em Portugal , a única refeição que têm é a da escola. 

- Candeeiro de petróleo, o novo amigo dos portugueses que em cada vez maior número não conseguem pagar a conta de eletricidade. 

- Milhares de jovens portugueses que tiveram de deixar a universidade por não terem dinheiro para pagar as propinas ou por perderem o acesso às bolsas devido aos cortes. 

- 300 mil desempregados sem subsídio

- + de 150 mil emigraram em 2011

- 37 casas entregues aos bancos (diariamente)

- desemprego jovem entre os 35% a 40%.

Movimentações nos bastidores


EXCLUSIVE: GERMAN BANKERS GIVE MERKEL ULTIMATUM: EITHER GREECE LEAVES THE EUROZONE, OR GERMANY MUST



notícia aqui

terça-feira, 27 de março de 2012

Vinhos importados

O Governo de Dilma Rousseff abriu uma investigação para ponderar a introdução de medidas de salvaguarda sobre as importações brasileiras de vinho.

notícia aqui


Este tema já foi abordado neste post

Já os chineses decidiram ir diretamente à fonte como abordado neste post


A Europa pode continuar a dormir...

China e as divisas


China quer troika de divisas a dominar o mundo.

O sistema monetário mundial deverá ser dominado pelo dólar, euro e renminbi. O reitor da Universidade Renmin propôs a Pequim uma estratégia em três fases até 2040.


notícia aqui



Quadro PPPs



Citação do dia




..."O pior é pensar-se que se pode realizar qualquer política social com qualquer política económica, que se pode erguer qualquer política económica com qualquer política financeira"...

Por António Oliveira Salazar

domingo, 25 de março de 2012

Quem disse



Quem disse que os portugueses não gostam de trabalhar:
Cidade alemã pede “paciência” aos 14 mil candidatos portugueses
notícia aqui


Infelizmente em Portugal não temos é políticos de trabalho, mas sim de partidos, e muitos deles andam desfasados do mundo real, as sua ideologias e conversas quando chegam ao poder passa a ser o modelo simples de "tachistas" e quando é preciso algo mais para os alimentar são também "taxistas".

É importante o cuidado em saber em quem estamos a eleger, votar simplesmente em partidos já não dá, importa elevar o nível de exigência para sermos governados pelos melhores.



sábado, 24 de março de 2012

Há lombos e lombos


Se agora a muitos portugueses sai-lhes do lombo... foi porque alguns políticos andaram a comer à grande do lombo...  e para o ciclo ficar completo é altura também de colocar esses alguns a apanhar no lombo...

Exemplos é que não faltam por aí e são facilmente identificáveis quem andou por aí a vergar Portugal...

Conversas e ideologias podem enganar muita coisa, mas quando se trata dos números a verdade da carnificina fica a vista e ela é podre.





Banqueiros

sexta-feira, 23 de março de 2012

Citação do dia







..."Um sistema no qual a maioria da população é dependente da esmola do governo leva a uma situação de instabilidade política e económica, uma vez que a maioria da população, então tem interesse em aumentar o poder do governo para redistribuir riqueza."...


Por Ludwig von Mises

Quadro bancos credores dívida pública portuguesa


Em negação



Salgado

“Não é necessário reestruturar dívida nem um segundo bailout”






notícia aqui

Liberal-socialismo



Um artigo interessante de Daniel Deusdado

A "Economist" dizia há um mês que vivemos uma era de "Capitalismo de Estado", onde governos pouco democráticos impõem o "bem comum". É assim na China, Rússia, Coreia do Sul, Índia, Malásia, Venezuela, mas também é assim no nosso vizinho Marrocos onde a família real privatizou as empresas públicas e comprou a maioria das ações para si ao preço que ela própria fixou - e agora obstaculiza a concorrência. É igualmente assim na Turquia, no Médio Oriente e nos países da "Primavera Árabe". Um dia veremos no que vai acabar a crescente espiral oligárquica brasileira e quem vai pagar a dívida dos grandes eventos.

Por cá não foi tão óbvio este "Capitalismo de Estado", mas por incrível que pareça começou nas privatizações de Cavaco para acabar nos interesses irrevogáveis dos grupos económicos protegidos de Sócrates. Mercado? Preferencialmente com grupos amigos.

leia mais aqui



quinta-feira, 22 de março de 2012

domingo, 18 de março de 2012

sábado, 17 de março de 2012

Uma visão da China


Citação do dia









...“O desenvolvimento da China será atingido através da luta por um ambiente internacional pacífico e seu desenvolvimento vai promover a paz mundial em troca”...


Por Hu Jintao

O despertar da China


sexta-feira, 16 de março de 2012

A China "comunista" e a América "capitalista"






Por Peter Schiff,

As revoluções comunistas do século XX tinham como objetivo confiscar a riqueza gerada por indústrias privadas e redistribuí-la para os trabalhadores "explorados", sobre cujos ombros os lucros foram extraídos.  Os EUA fizeram da rejeição desta ideia e do seu apoio aos princípios do livre mercado o ponto central de sua narrativa econômica.


No entanto, em decorrência da política tributária atual e da política tributária que vem sendo sugerida para ser aplicada sobre os acionistas das grandes empresas, não é nenhum exagero dizer que governo americano confisca uma fatia da produção industrial que geraria inveja até mesmo no mais raivoso e radical bolchevique.

O propósito de uma empresa é gerar lucros para seus proprietários (todas as outras funções são secundárias a este objetivo).  Empresas de capital aberto distribuem seus lucros por meio de dividendos.  Porém, como resultado do sistema de tributação dupla vigente nos EUA, no qual a renda é tributada em nível corporativo e depois novamente em nível pessoal, o governo recebe uma fatia muito maior da renda das empresas do que seus próprios proprietários.

Suponha que uma empresa americana tenha obtido uma renda de um milhão de dólares durante o período de um ano.  Atualmente, seus lucros seriam tributados a uma taxa de 35% (para este exemplo ficar mais fluente, não levarei em conta a alíquota menor que incide sobre os primeiros $100.000 de lucros), o que significa que a empresa teria de pagar $350.000 diretamente para o governo (supondo que ela obteve sua renda sem deduções tributárias especiais).  Dos $650.000 restantes, uma típica empresa distribuidora de dividendos distribuiria 40% para seus acionistas (isso é conhecido como "relação de pagamento" e a média real é um pouco menor do que 40%).

Portanto, neste exemplo, a empresa pagaria $260.000 (40% de $650.000) para seus acionistas.  Os restantes $390.000 seriam normalmente mantidos como "lucros retidos" ou "lucros não distribuídos", e seriam utilizados para manter e substituir equipamentos depreciados, para fazer novos investimentos, para financiar pesquisa e desenvolvimento e para expandir as operações da empresa.  Se a empresa não fizer tais investimentos, será impossível sobreviver, e sua capacidade de perpetuar suas distribuições de lucros estaria limitada.

Estes lucros retidos ainda representam ativos para os acionistas, mas seu propósito principal é o de gerar lucros futuros e dividendos mais altos.  Os acionistas só irão se beneficiar diretamente destes lucros retidos quando os dividendos futuros forem distribuídos.  É claro que eles podem hoje vender suas ações e obter algum lucro — pagando o imposto sobre ganhos de capital ao fazerem isso —, mas tal atitude irá apenas transferir estes benefícios futuros para o novo comprador.

Quando distribuídos para os acionistas, os $260.000 em dividendos são tributados novamente a uma taxa de 15% (de acordo com a lei vigente), agora em nível pessoal.  Como resultado, os acionistas recebem apenas $221.000 daquele lucro de $1 milhão.  Some estes $39.000 de impostos sobre dividendos aos $350.000 já confiscados pela taxa de 35% do imposto de pessoa jurídica, e temos que o confisco governamental total dos lucros da empresa é de praticamente $390.000.  Em outras palavras, o governo americano obtém desta empresa um fluxo de caixa 75% maior do que seus genuínos proprietários.  Olhando de maneira ligeiramente diferente, o governo confisca aproximadamente 65% dos lucros não retidos, ao passo que os acionistas, que colocaram seu dinheiro na empresa e que correram todo o risco, recebem 35%.  Isso parece justo?

Este nível de tributação coloca as empresas americanas em notória desvantagem em relação às empresas daqueles países contra os quais os EUA concorrem mais vigorosamente.  Na China, a divisão do bolo é muito mais favorável aos proprietários.  Lá, as empresas são tributadas a uma taxa de 25%, e os dividendos, a 10%.  Utilizando estes números (e a mesma "relação de pagamento" utilizada para a empresa americana), o governo chinês fica com 51% dos lucros corporativos distribuídos e os acionistas, com 49%.  Em Hong Kong (que faz parte da China Comunista, mas que usufrui um governo independente), a situação é ainda melhor.  Lá, a taxa do imposto corporativo é de 16% e o imposto sobre dividendos é zero.  Fazendo a mesma matemática, o governo fica com 33% e os acionistas ficam com 67%.

Esta comparação levanta um ponto interessante.  Se os acionistas na China comunista podem manter para si uma fatia maior de seus ganhos do que os acionistas na América capitalista, qual nação é mais comunista e qual é mais capitalista?

No final de fevereiro, a administração Obama e Mitt Romney ofereceram propostas concorrenciais para uma reforma deste imposto corporativo, com ambos dizendo que suas propostas tornariam as empresas americanas mais competitivas.  O plano de Romney reduz a taxa do imposto corporativo para 25%, enquanto mantém o imposto sobre dividendos em 15%.  Isto tornaria as coisas apenas ligeiramente melhores, com o governo abiscoitando 54% dos lucros distribuídos e os acionistas, 46% (distribuição esta ainda não tão generosa quanto a da China Comunista).  Não surpreendentemente, o plano de Obama irá tornar as coisas muito mais difíceis.

Embora o presidente proponha reduzir a taxa do imposto corporativo para 28% e também queira abolir o imposto sobre dividendos, ele quer passar a tributar as distribuições de dividendos como se fossem renda comum.  Na prática, a vasta maioria dos indivíduos que recebe dividendos está na faixa mais alta da renda tributável.  Isto significa que uma fatia muito volumosa destes dividendos será tributada segundo a taxa mais alta do imposto de renda de pessoa física, que é de 39%.  Mas Obama também quer submeter estas pessoas de renda mais alta a uma sobretaxa para assim poder financiar o plano de saúde socializado que ele quer implementar, o que significa que vários recebedores de dividendos serão tributados a uma taxa de 44% (isso também levando em conta a abolição das deduções pessoais para os indivíduos de alta renda).  Portanto, para estes indivíduos de alta renda, utilizando nosso atual exemplo, a nova distribuição segundo a proposta de Obama será de aproximadamente 70/30 a favor do governo.  Isto é ainda pior do que a atual situação.

Mas as coisas são na realidade ainda piores do que isso.  O imposto de renda corporativo é apenas uma das veias que as empresas abrem para o governo.  Pense em todos os outros impostos que as empresas pagam, como encargos sociais e trabalhistas e impostos sobre vendas.  É claro que estes impostos repassam aos seus empregados e consumidores, mas o fato é que a receita flui 100% para o governo, com seus acionistas não recebendo nada senão uma conta pelo custo da coleta.

E ainda há todos os impostos pagos diretamente pelos próprios empregados sobre seus salários.  Claro, este dinheiro pertence aos empregados e não aos acionistas, mas se não fossem os lucros das empresas, estes salários, bem como os impostos pagos sobre eles, não existiriam.  Quando todos estes canais de coleta de impostos são considerados, pense no total que o governo arrecada de impostos oriundos de atividades empresariais e compare ao total que os proprietários das empresas recebem em dividendos.  Não dá pra saber o valor correto, mas tenho certeza de que a fatia que o governo confisca é várias vezes maior do que o total que os acionistas recebem.

Ainda no século XIX, a América era de fato um país capitalista.  Não havia imposto de renda nem de pessoa física nem de pessoa jurídica.  Os acionistas recebiam 100% dos lucros distribuídos.  Como resultado desta estrutura, as empresas americanas cresceram aceleradamente e ajudaram a desencadear a mais veloz expansão econômica que o mundo jamais havia visto.  Mas isso foi ontem, a realidade hoje é outra.  

Considerando-se os atuais números, mesmo se os líderes americanos fossem marxistas ferrenhos, quais seriam suas motivações para estatizar empresas que estão na lista da Fortune 500 [relação das 500 empresas mais bem-sucedidas pela revista Fortune]?  Dado que eles já recebem a maior fatia da distribuição dos lucros, qual seria o ponto de se estatizar empresas?  Tal atitude iria apenas desarranjar e desordenar as estruturas produtivas, destruindo o que ainda resta de qualquer motivação em se buscar o lucro.  Tal medida iria apenas matar a galinha dos ovos de ouro, e os socialistas sabem disso.  Se o governo estatizasse uma empresa, ele também teria de gerenciá-la.  Alguém realmente crê que burocratas tomariam decisões melhores do que proprietários privados?  Nem os próprios burocratas acreditam nisso.  E o que é pior, se estas decisões gerassem prejuízos em vez de lucros, o governo teria de absorver 100% destes prejuízos.  Sob o atual sistema, por outro lado, o governo obtém a maior fatia dos lucros, ao passo que os acionistas privados ficam com 100% dos prejuízos.  Impossível um sistema mais confortável para o governo.

Há um nome para este sistema vigente: fascismo.  Embora o fascismo e o comunismo sejam formas de socialismo, os fascistas ao menos são espertos o bastante para entender que, se os meios de produção forem estatizados, seus empregados e proprietários não irão trabalhar com o mesmo afinco, e o governo acabará perdendo receitas.

É vergonhoso constatar que o país que já foi visto como o farol das liberdades civis e econômicas não mais possui sequer a capacidade de reconhecer o que é realmente capitalismo.  Enquanto os proprietários das empresas continuarem não sendo apropriadamente recompensados pelos seus riscos por causa do governo, as empresas americanas jamais reconquistarão sua dominância, os americanos não reconquistarão suas liberdades perdidas e o padrão de vida do país continuará em queda livre.  Como as coisas estão hoje, os EUA já se tornaram um povo que vive do governo, para o governo e pelo governo, e não o contrário.  Os "comunistas" chineses têm muito o que aprender conosco.

China e a democracia



Questionado sobre “o dia em que também na China haverá eleições diretas”, Wen Jiabao respondeu que “o autogoverno das aldeias” e a eleição dos despectivos comités por sufrágio direto é “uma prática que deve ser encorajada” e que “tem suscitado grande entusiasmo entre a população”. “O sistema democrático da China continuará a avançar tendo em conta as condições nacionais do país. É um processo que nenhuma força será capaz de atrasar.”

notícia aqui

China e a energia


A China, que registou em Fevereiro um deficit comercial sem precedentes causado em parte pelas importações de petróleo, tem ampliado os investimentos em energias renováveis, tentando compensar a estagnação do programa nuclear depois do desastre na central de Fukushima no Japão.

As importações de petróleo da China atingiram no mês de Fevereiro as 23,64 milhões de toneladas, com um custo de cerca de MOP 150 mil milhões. No ano passado, as importações de petróleo representaram 57% do consumo chinês, e para este ano estão previstos 60% de participação no total importado, segundo a página da web do Diário do Povo. “O consumo de petróleo aumentou 35% desde Janeiro de 2010, mas o preço a pagar quase duplicou”, disse Alaister Chan, economista da Moody’s Analytics, esta terça-feira.

O carbono, abundante no subsolo chinês, continua a ser a principal fonte energética do país, mas Pequim quer desenvolver em grande escala a eletricidade hidroeléctrica através da construção de barragens e do recurso à energia solar e eólica.

notícia aqui

Quadro China industrial





China ganha tempo na crise do €


quinta-feira, 15 de março de 2012

O cliente preferido


Viajante chinês é o cliente preferido do mundo do luxo

Ele dá importância à marca e gasta muito quando viaja: o cliente chinês vem sendo paparicado pelas marcas de luxo, que abrem filiais em seu país e só faltam estender o tapete vermelho quando vem à Europa. 

notícia aqui

China e o vinho



Investidores chineses avançam sobre vinhedos de Bordeaux.

Investidores chineses estão multiplicando as aquisições de vinhedos em Bordeaux, no sudoeste da França, uma das mais renomadas regiões produtoras de vinhos no mundo.

O objetivo dos novos proprietários é exportar a bebida para a China e também desenvolver, em alguns casos, o enoturismo voltado para uma clientela chinesa de alto poder aquisitivo.

notícia aqui


Quadro % aumento salarial


terça-feira, 13 de março de 2012

Balança comercial UE / China



 Em 2010, a UE exportou para a China produtos no valor de 113 mil milhões de euros e importou 281 mil milhões de euros. Em relação a 2009, as exportações cresceram 38%.

Fonte aqui


No ocidente consome-se mais daquilo que se produz e no oriente produz-se mais daquilo que se consome.


Nova era da China





Ao reduzir a meta de crescimento da China para 7,5% este ano, o primeiro-ministro Wen Jiabao indicou que a era de expansão voraz do país possa estar chegando ao fim, uma mudança com implicações profundas para economias como a da Austrália e do Brasil, que prosperaram a com a forte demanda chinesa por commodities.
O ajuste sugere que os líderes chineses chegaram a um nível de conforto com relação a um crescimento mais lento e que não pretendem estimular a economia através de grandes investimentos estatais, como o fizeram no passado. Em vez disso, planejam permitir uma mudança há muito recomendada, que afaste o país de uma expansão liderada pelas exportações.

notícia aqui

A moeda paciente



Enquanto muito se fala no futuro do Euro e do Dólar, existe uma moeda que continua pacientemente à espera do seu momento, o Yuan.


notícia aqui



Bolha imobiliária da China


Quadro investimento da China - ouro vs dívida americana


Negócios da China


Num dos fóruns do diário económico uma leitora escrevia o seguinte:

As importações da China para a União Europeia, em que 80% dos produtos importados são de origem de multinacionais europeias.

Ainda questionei se tinha alguma fonte ou link a respeito de tal informação mas não obtive resposta.

Será real ou uma ideia absurda?

Seria interessante ver as autoridades europeias competentes que perdem tempo com tantas questões menores aprofundar este delicado tema.

Em uma pesquisa no google o mais interessante que encontrei foi este gráfico.


segunda-feira, 12 de março de 2012

Será culpa da China


FMI dos Brics




China e Índia querem um FMI dos Brics

 China e Índia levarão à cúpula dos países emergentes, no fim do mês, a proposta de criação de um Banco dos Brics (grupo composto, além das duas nações asiáticas, por Brasil, Rússia e África do Sul). A ideia é que seja uma alternativa ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A proposta promete estabelecer uma revolução na hegemonia das instituições que, há mais de 50 anos, são controladas por países ricos.

notícia aqui

Quadro reservas da China


Mudança de vento

China reduz participação de dólares em suas reservas.

Novos dados do Tesouro dos Estados Unidos indicam que a China perdeu o gosto por investir tanto das suas reservas, de US$ 3,2 trilhões, em dólares e pode estar aumentando as compras de papéis em euros numa época em que uma crise de dívida está assolando mercados europeus.

Economistas há muito têm avisado que se a China começar a reduzir suas compras de títulos de investimento americanos, os juros poderiam subir nos EUA, prejudicando a economia americana. A diversificação das vastas reservas da China, porém, ainda não causou danos, em parte por causa da forte demanda mundial por papéis americanos como um investimento seguro em tempos difíceis.

De maneira geral, a demanda estrangeira por investimento em dólar continua forte. As reservas em dólares fora dos EUA subiram em US$ 1,8 trilhão, ou cerca de 17%, para US$ 12,52 trilhões nos 12 meses até junho, segundo dados do Tesouro americano.

Mas os números, uma das raras pistas sobre como a China investe suas reservas, sugerem que a percentagem de dólares nas reservas de Pequim caiu de 65% em 2010 para 54%, o nível mais baixo em 10 anos. As compras de papéis americanos foram iguais a apenas 15% do aumento das reservas chinesas nos 12 meses, caindo de 45% em 2010 e de uma média de 63% nos últimos cinco anos, segundo cálculos baseados em informação publicada pelo Tesouro dos EUA e pelo governo chinês.

Alguns economistas dizem que a mudança por parte da China foi bem calculada. "Seria ótimo para a China adotar uma estratégia contrária e escolher momentos em que o dólar está forte para diversificar agressivamente a composição cambial da carteira de sua reserva", disse Eswar Prasad, um especialista em China do centro de estudos americano Brookings Institution.

A China não diz como investe suas reservas estrangeiras, que cresceram muito nos últimos dez anos. Pequim tem usado seu controle sobre o câmbio como um pilar de sua estratégia de desenvolvimento e amealhou imensos superavits comerciais. Isso requer que o Departamento Nacional de Moeda Estrangeira do governo chinês — também conhecido pela sigla em inglês Safe — invista esses recursos no exterior. No passado, o Safe deu sinais de que cerca de dois terços de suas reservas estão em papéis dos EUA, uma percentagem que geralmente está de acordo com os dados anuais recolhidos pelo Tesouro.

Os novos dados do Tesouro sugerem que a China começou a diversificar rapidamente sua carteira de moedas. "Isso indica claramente a intenção da China de não pôr todos os ovos na mesma cesta", disse Lu Feng, diretor do Centro de Pesquisas Macroeconômicas da China da Universidade de Pequim.

A China tem muitos motivos para tentar reduzir sua exposição ao dólar. Entre elas estão os juros baixíssimos dos títulos de dívida do Tesouro americano e a vulnerabilidade a decisões de Washington sobre a administração de sua dívida que poderiam causar inflação que corroeria o valor desses papéis. O debate no ano passado sobre aumentar o teto de endividamento dos EUA deflagrou temores de que o governo americano poderia deixar de fazer alguns pagamentos.

Para calcular a percentagem de dólares nas reservas da China, dados do Tesouro dos EUA sobre compras chinesas de papéis americanos têm de ser comparados aos dados de Pequim sobre o montante de suas reservas. Esse cálculo é complicado pelo impacto de flutuações cambiais sobre o valor das reservas chinesas. Mesmo assim, está claro que a China está comprando menos papéis baseados em dólar do que vinha fazendo.

Dados do Tesouro mostram que as reservas da China em papéis dos EUA subiram 7%, para US$ 1,73 trilhão, em 30 de junho, o que se traduz num aumento de US$ 115 bilhões em relação a 12 meses antes. No mesmo período de tempo, as reservas chinesas cresceram em 30%, para US$ 3,2 trilhões, um aumento de US$ 743 bilhões. Essencialmente, o ritmo das compras chinesas de papéis americanos não chegou perto do ritmo de expansão de suas reservas, o que reduz a percentagem de ativos em dólar no cofre de moeda estrangeira da China.

Nick Lardy, um especialista em economia chinesa no centro de estudos americano Peterson Institute, observou que uma queda nos investimentos chineses em dívida emitida pelas gigantescas agências hipotecárias estatais dos EUA Fannie Mae e Freddie Mac responderam pelo grosso do declínio. No período coberto pela pesquisa anual, a China continuou a engrossar sua carteira de dívida do Tesouro americano, disse ele.

Dados mensais sobre a carteira chinesa de dívida soberana dos EUA têm sido considerados menos confiáveis do que a pesquisa anual. Mas o Tesouro agora introduziu uma nova técnica de pesquisa com objetivo de melhorar a precisão dos dados. Os números mais recentes mostram que a carteira chinesa de papéis do governo americano caiu em US$ 156 bilhões, para US$ 1,15 trilhão, no período coberto pela pesquisa anual. Isso sugere que a diversificação da China para além dos dólares continuou no segundo semestre de 2011.

Enquanto a China pareceu perder seu apetite por dólares entre junho de 2010 e junho de 2011, a moeda americana caiu 9,2% versus um amplo leque de moedas, segundo o Federal Reserve, o banco central dos EUA. De lá para cá, ela subiu cerca de 3%, conforme a crise europeia se aprofundava e a economia americana mostrava sinais de recuperação.

Lawrence Summers, que foi secretário do Tesouro no governo Bill Clinton e economista da Casa Branca no de Barack Obama, alertou contra atribuir a alta e a queda do dólar às decisões de investimento da China. "Fundamentos econômicos são fatores muito mais importantes no valor de moedas do que realocações de carteira, mesmo de grandes investidores", disse Summers. "Mais importante para o dólar serão as decisões políticas em Washington, não decisões de investimento em Pequim."

Para onde foi o dinheiro não investido em dólares? A Safe não diz. Funcionários da agência de câmbio não responderam a perguntas enviadas por fax ontem. Mas líderes chineses têm sido mais enfáticos em que querem ajudar os 17 países que usam o euro a superar suas dificuldades.

Wang Tao, economista do UBS na China, disse que o montante de dinheiro que teria saído de investimentos em dólares é tão grande que seria difícil investir em outros papéis sem atribular os mercados. Ela disse que embora a China possa estar diversificando, provavelmente não o está fazendo na velocidade que os dados do Tesouro dos EUA sugerem.

nota: Trilhões corresponde a Bilhões no sistema europeu.

fonte aqui