quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Já basta de tanta equidade





Um trabalhador da administração pública vai receber mais 223 euros por ano em 2013. Ao contrário de um privado, que perde 357 euros






terça-feira, 23 de outubro de 2012

A UE está insosa

PORTUGAL SOZINHO CONTRA USO DE ADITIVOS NA CURA DO BACALHAU

A proposta da Comissão Europeia para adicionar polifosfatos no bacalhau vai ser votada a 27 de novembro. Portugal está isolado na defesa da manutenção da cura tradicional. Indústr

ia bacalhoeira teme o pior cenário.

Há umas semanas chegou a haver a esperança de que a Comissão Europeia poderia desistir de propor legislação que autorize o uso de polifosfatos no processo de conservação do bacalhau. Mas os últimos avanços fazem temer o pior para Portugal, que estará isolado em Bruxelas a defender a cura tradicional portuguesa.

A votação da proposta deverá ocorrer a 27 de novembro, depois de ter estado agendada para setembro. E mais nenhum Estado-membro estará disponível para se aliar na defesa do processo português. No pior dos cenários, a ruína da indústria nacional do bacalhau pode ser a consequência mais dolorosa.

A Comissão Europeia esclarece que tem estado "em contacto com as autoridades portuguesas para ouvir as suas preocupações e esclarecer a sua abordagem". O eurodeputado Capoulas Santos, o primeiro a interpelar Bruxelas sobre essa proposta, em janeiro, estima que a situação possa não ter recuo.

Para todos os efeitos, ainda estão neste momento a decorrer negociações entre o Governo português, delegados de outros estados e as instituições europeias, no sentido da não aprovação da proposta, assegurou a Secretaria de Estado do Mar. Mas caso a votação seja desfavorável, "o Governo está a ultimar medidas a propor à Comissão, para minimizar os prejuízos para Portugal, nomeadamente no sentido de apoiar a indústria portuguesa do bacalhau e garantir as características do bacalhau português salgado seco", explicou a Secretaria de Estado.

notícia aqui



Como a Islândia enfrentou a crise



2013, o ano da reestruturação?



Economist aponta à reestruturação da dívida nacional




Sem avançar para uma reestruturação da dívida, Portugal não vai conseguir ser solvente. O aviso é da Economist Intelligence Unit (EIU), que acredita que o País também vai precisar de mais dinheiro da ‘troika' e aponta para uma recessão de 2,2% no próximo ano, que poderá tornar inatingíveis as metas de consolidação acordadas com as autoridades internacionais.


notícia aqui

Era uma vez na América

500 dólares (385 euros) é o montante máximo de poupança que têm 40% dos americanos.

fonte aqui


Como temos vindo a escrever no blogue, os Estados Unidos estão cada vez mais a ser dominados pela ideologia socialista.


Plano B

Governo tem um mês para propor à troika plano B de cortes na despesa.

notícia aqui


Como se diz na gíria:  Trabalhem, malandros!







segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O poder da democracia

Medina Carreira: Em Portugal "só se ganham eleições com mentiras"

notícia aqui

Frase do dia

 ..."O ‘mensalão’ foi a derradeira «prova de que o Brasil está na rota dos países que têm sistemas judiciais independentes do poder político». E em Portugal, considera o juiz, «não se coloca a questão da independência do poder judicial, por mais ou menos eficaz que seja»."...

Por Mouraz Lopes, aqui


O povo é quem mais ordena


E está mais liberal!



no Jornal Ionline


Tugas discutem economol



sábado, 20 de outubro de 2012

A posição das quatro principais escolas de pensamento económico

Publicado no Instituto Mises

A posição das quatro principais escolas de pensamento económico a respeito de 17 questões económicas fundamentais.



1) Qual é a importância económica da propriedade privada?

Resposta marxista: A propriedade está no centro das mais severas desigualdades e opressões da civilização moderna.  Somente por meio da regulamentação, da transferência de renda, da redistribuição de riqueza e da propriedade comunal pode uma sociedade alcançar a igualdade, a justiça e a dignidade humana para todos.

Resposta keynesiana: A propriedade é um componente importante do nosso sistema social, mas não faz sentido dizer que há um "direito" de propriedade.  A propriedade deve estar sempre sujeita a regulamentações e até mesmo a sofrer modificações em nome do bem comum.  O estado deve intervir para impedir abusos de poder económico, mesmo que isso reduza as tradicionais regalias dos proprietários.

Resposta de Chicago: A propriedade é de importância central para a prosperidade e para o crescimento econômico.  Consequentemente, é de suma importância que o estado — ou, mais abstratamente, a lei — mantenha e, sempre que necessário, modifique todo o conjunto de direitos de propriedade a fim de melhor alocar os custos de transação e, com isso, promover o máximo de crescimento e eficiência econômica.  A propriedade não é algo que surge naturalmente; ela é o produto final do sistema legal. 

Resposta austríaca: A propriedade é uma relação que surge naturalmente entre seres humanas e coisas materiais.  A propriedade e os direitos do proprietário sobre sua propriedade tornam possível o cálculo econômico, permitem uma mais ampla e mais produtiva divisão do trabalho e, consequentemente, níveis crescentes de prosperidade.  Com efeito, a civilização em si é inconcebível sem propriedade privada.  Qualquer transgressão à propriedade resulta em perda de liberdade e de prosperidade.

2) O que é o dinheiro e como ele surge?

Resposta marxista: O dinheiro é um veículo para a exploração do proletariado.  O dinheiro distorce o valor real das coisas.  O dinheiro não é nem necessário nem desejável.  Ele é apenas um produto artificial arbitrário da história.  O progresso social levará a mudanças sociais revolucionárias, dentre as quais a eliminação do dinheiro.  Isto irá acabar com a exploração e resultará em uma sociedade que tenha por objetivo a satisfação das necessidades reais, e não os lucros financeiros privados.
Resposta keynesiana: O dinheiro é uma criatura do estado.  Instituições monetárias sadias requerem planejamento e um banco central.  Bancos centrais também podem estabilizar mercados.  Bancos centrais podem neutralizar as flutuações cíclicas que ocorrem no setor privado expandindo mais aceleradamente a oferta monetária durante recessões e reduzindo esta expansão durante os períodos de crescimento econômico.  O controle estatal do dinheiro é o segredo para se bem gerenciar a economia.

Resposta de Chicago: O dinheiro pode se originar do escambo, mas interesses privados provavelmente não irão aperfeiçoá-lo de modo a satisfazer as necessidades de uma economia moderna.  Uma economia tem de ter um banco central para sustentar o setor financeiro.  Esforços para se manipular a economia por meio de constantes alterações na oferta monetária irão, na melhor das hipóteses, fracassar; na pior, gerarão severos problemas.  As autoridades monetárias não devem aumentar a oferta monetária arbitrariamente.  Elas devem aumentá-la a uma taxa constante, e que seja correspondente à taxa de crescimento de longo prazo da economia.

Resposta austríaca: O dinheiro sempre surge do escambo.  Em uma economia de escambo, é extremamente raro um indivíduo conseguir encontrar uma pessoa que tenha o desejo de trocar seus bens pela exata quantidade de bens que este indivíduo esteja portando.  Esta dificuldade de comércio resulta no surgimento de moedas-commodities.  Commodities duráveis, facilmente reconhecíveis, portáveis e divisíveis, como o ouro e a prata, tipicamente assumem as qualificações de ser o melhor e mais confiável tipo de dinheiro disponível.  O dinheiro e as instituições relacionadas a ele surgem como uma consequência não-premeditada do comércio e do interesse próprio.  A evolução do dinheiro e destas instituições ocorrerá mais harmoniosamente caso seja deixada a cargo das forças concorrenciais de mercado que os criaram.  Intervenções estatais irão resultar em inflação e produzir várias outras distorções.

3) Qual é a origem do valor económico de um bem?

Resposta marxista: O valor de uma mercadoria é igual à quantidade total de trabalho utilizada em sua produção.  Se uma bicicleta possui o mesmo valor de mercado de, digamos, 500 ovos, então podemos dizer que 1 bicicleta = 500 ovos.  Em que consiste esta igualdade?  Obviamente, não estamos dizendo que a bicicleta é "igual" aos ovos; não estamos dizendo que ambos possuem propriedades físicas semelhantes.  Se examinarmos a questão cuidadosamente, concluiremos que aquilo que ambos têm em comum é a quantidade de trabalho utilizada em sua produção.

Resposta Historicista (não existe uma resposta propriamente keynesiana para esta pergunta): O valor económico é uma questão complexa que não pode ser explicada por meio de fórmulas simples.  Para entender por que as pessoas de uma determinada sociedade valoram algumas coisas mais favoravelmente do que outras, temos de estudar sua cultura e sua história.  Por exemplo, uma tribo indígena pode ter estimado um determinado animal como sendo sagrado.  Já os europeus brancos, obviamente, não compartilhavam deste sistema de valores e, por isso, chacinavam os animais.  O mesmo é válido para um bem ou serviço no mercado.

Resposta de Chicago: O valor de um bem é determinado pela interdependência entre oferta e demanda, ou por aquilo que pode ser chamado de interação do custo e da utilidade.  Contrariamente a algumas escolas de pensamento econômico que tentam explicar o valor com base apenas na utilidade, a abordagem correta é aquela de Alfred Marshall, que percebeu que o valor econômico se deve tanto às preferências subjetivas quanto às condições tecnológicas objetivas.  Para ver isso mais claramente, considere que, se os custos de produção de um determinado bem subirem, seu preço final neste novo equilíbrio terá de ser maior na mesma proporção.

Resposta austríaca: Objetos físicos como uma banana ou um automóvel não possuem um valor econômico intrínseco.  Ao contrário: somente uma mente humana pode atribuir valor a estes itens; e somente então podem os economistas classificar estes itens como sendo bens.  Um objeto só é valioso se houver ao menos um ser humano que acredite que este objeto poderá ajudar a satisfazer seus desejos subjetivos.  Por exemplo, uma determinada raiz que cure o câncer.  Se ninguém souber deste fato, esta raiz não terá nenhum valor econômico, e as pessoas não trocarão dinheiro por ela.  Consequentemente, o valor é gerado pelos desejos subjetivos de um indivíduo e por suas crenças quanto às propriedades causativas de um determinado item.

continua... 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Entender o processo da austeridade


São muito poucas pessoas em Portugal que entendem como funciona o processo de austeridade.

E os que mais entendem estão desviados para um papel secundário bem longe dos holofotes dos media.

Um dos objetivos do blogue passa por encontrar as melhores opiniões e escritos on-line para conseguir sustentar a defesa pela verdade económica e melhor esclarecer os leitores.

Quando por aqui se escreve que é preciso, custos de produção e salários mais baixos, haver cortes na despesa e postos de trabalho no estado, deflação de preços, não é por acaso, nem por querer uma pobreza generalizada de Portugal.

Apenas pedimos o encontro com a realidade para que o país possa ressurgir com uma nova esperança e oportunidade para todos e numa verdadeira dinâmica económica. 


De nada adianta falsas políticas de crescimento como demonstrado no Conta Caseiras.

E a austeridade quando é bem planeada permite um equilíbrio com o mercado como demonstrado no Económico-Financeiro.



Bom fim de semana a todos os leitores.