segunda-feira, 15 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

sábado, 13 de outubro de 2012

O queijo afeta a memória


Portas defendeu em 2011 redução para 115 deputados


À redução do número de deputados para 181, como propôs o PSD sob a liderança de Passos Coelho, Portas contrapôs nesse debate que estes passem “para metade, de 230 para 115”, através de “um círculo nacional ou agregação de círculos, para não se perder dimensão, e representação proporcional pura e dura”. 

“Isso não é realista, doutor Paulo Portas, por uma razão simples, é que exige uma revisão constitucional e o PS tem-se mostrado sempre, sempre adverso, sequer, na lei eleitoral, a fixar os 181 que a Constituição já admite, quanto mais menos de 181”, respondeu-lhe o presidente do PSD, assinalando que uma revisão constitucional depende de uma maioria de dois terços no Parlamento. 

notícia aqui

Parque Escolar - O desbaratamento dos dinheiros publicos




A esquerda queixa-se de quê?


Não querem aumento de impostos? É uma medida socialista


Isto é o socialismo em todo o seu esplendor.

Não se queixem do estado do país. 

Portugal, é  um país socialista.


Agora alguém esqueceu-se de referir na constituição, e para os mais incautos, que o socialismo não cria riqueza.








Da união à desunião (parte II)



Potenciais focos separatistas na UE:

Escócia, País de Gales, Valónia, Flamengo, Norte de Itália, Veneza, Sicília, Sardenha, Córsega, Catalunha, País Basco, Galiza, Norte de Portugal, Madeira, Baviera



Já tínhamos publicado esta entrevista mas com a evolução dos últimos acontecimentos separatistas na UE não é demais relembrar esta passagem da entrevista com Hans-Hermann Hoppe sobre seu novo livro:


Senhor Hoppe, o senhor escreveu em seu novo livro, Der Wettbewerb der Gauner ("A Competição dos Escroques"), que "Não precisamos de um superestado europeu, que é o que a União Europeia está querendo estabelecer... mas sim de uma Europa e de um mundo formado por centenas, até mesmo milhares, de pequenas Liechtensteins e Singapuras."  Tal arranjo não parece muito factível no momento — muito pelo contrário, aliás.  Será que as coisas terão de piorar ainda mais — política e economicamente — para que só então possam melhorar?

Infelizmente, receio que sim.  Antes de chegarmos a este arranjo que defendo, provavelmente vivenciaremos várias derrocadas nacionais, começando por Portugal, Espanha, Itália e, no final, a Alemanha.  Somente então, receio eu, tornar-se-á óbvio para todos aquilo de que muitos já sabem hoje: que a União Europeia nada mais é do que uma enorme máquina de redistribuição de renda e riqueza, da Alemanha e da Holanda para Grécia, Espanha, Portugal e outros. 

Mas isso não é tudo. Também ficará claro que a mesma insanidade, a mesma bagunça, também existe dentro de cada país: na Alemanha, por exemplo, há redistribuição de renda e riqueza da Bavaria e de Baden-Württemberg para Bremen e Berlim, da Pequena Cidade A para o Pequeno Vilarejo B, de uma empresa para outra, de uma indústria para outra, de João para José e por aí vai.  E sempre seguindo o mesmo e perverso padrão: redistribuição dos países, regiões, locais, empresas e indivíduos mais produtivos para aqueles menos produtivos ou nada produtivos.  A quebradeira trará toda esta realidade à luz de uma maneira bastante dramática.

E talvez, só então, as pessoas irão finalmente entender que a democracia — em nome da qual todas estas safadezas e trapaças são feitas — nada mais é do que uma forma especialmente insidiosa de comunismo, e que os políticos que criaram esta demência moral e económica, e que enriqueceram enormemente neste processo (mas nunca, é claro, sendo responsáveis por nenhum dos estragos que causaram), nada mais são do que um desprezível bando de comunistas escroques.


leia a entrevista completa aqui

Da união à desunião


Veneza quer a independência de Roma


Selecione a sua operação




Tudo na paz








Citação do dia



..."Se a cobrança de impostos sem consentimento não é um roubo, então basta a qualquer bando de ladrões que se declare como um governo para que todos os seus roubos passem a ser legais." ...

Por Lysander Spooner


A farsa da equidade





MENOS HORAS, MAIOR SALÁRIO Parte substancial desta vantagem salarial no Estado resulta dos horários mais reduzidos de trabalho, o que faz disparar a remuneração por hora.
A Comissão recorda ainda que os trabalhadores do Estado usufruem de maior proteção contra os despedimentos do que os privado, o que representa “benefício significativo na atual viragem negativa” 
Mesmo quando se faz as contas a este ano, em que foram retidos os dois subsídios, o pagamento “a mais” aos funcionários públicos em Portugal face aos privados continua a ser um dos mais altos da zona euro.




sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Um empurrão para saltar da prancha

O primeiro-ministro de Itália defendeu hoje que se Espanha pedir ajuda à União Europeia os mercados vão acalmar.

notícia aqui