domingo, 30 de setembro de 2012

Manifesto anti-impostos


          Manifesto contra o aumento de impostos em Espanha:


          Manifiesto contra la subida impositiva del gobierno popular: 
No es cierto que el déficit público deba atajarse simultáneamente subiendo nuestros impuestos a los niveles más altos de Europa y reduciendo gastos de una manera muy insuficiente: cabe la mucho más razonable alternativa de que el ajuste se efectúe por el lado del gasto. En los últimos diez años, los desembolsos de nuestras Administraciones Públicas han crecido en 200.000 millones de euros, alrededor de 2,5 veces el tamaño de nuestro déficit actual. 
No es cierto que subir impuestos tenga los mismos efectos que reducir el gasto público: lo primero destruye la cada vez menor riqueza que se le permite generar al sector privado y que mantiene en pie a este país, mientras que lo segundo adelgaza a un Estado sobredimensionado e ineficiente que se encuentra al borde de la suspensión de pagos.
No es cierto que la ciudadanía deba hacerse corresponsable del imprescindible ajuste del déficit público: nuestras familias y nuestras empresas ya se han comportado de manera extremadamente austera durante estos últimos años, mientras que la Administración sigue gastando todavía hoy muy por encima de lo que lo hacía durante la borrachera de ingresos tributarios de la burbuja inmobiliaria.
No es cierto que recortar los gastos vaya a agravar la situación de nuestra economía: al contrario, más allá de los efectos más cortoplacistas sobre el PIB trimestral, sanear las cuentas públicas sin incrementar la tributación de un debilitado sector privado es condición indispensable para que volvamos a crear riqueza y empleo de manera sostenible. 
No es cierto que la mayor parte de nuestro presupuesto sea intocable: es menester proceder a una restructuración completa del modelo de Estado, dando mucha más cabida a la iniciativa privada en todos aquellos servicios que hoy presta el sector público con cargo a unos excesivos impuestos y que, en realidad, no sería indispensable que proveyera.
En definitiva, Sr. Presidente, España no necesita impuestos más altos para financiar unas Administraciones Públicas a todas luces desproporcionadas, sino un Estado mucho más austero que se sufrague con unos impuestos notablemente más bajos para así favorecer la generación de riqueza por parte de un sector privado al que, hasta el momento, usted y su partido sólo han contribuido a asfixiar con los tipos impositivos sobre la renta más elevados de Europa.

Hasta el momento, el manifiesto arranca con más de 50 firmas de destacados académicos, directivos y profesionales del periodismo económico españoles, entre los que sobresalen:
Carlos Rodríguez BraunJesús Huerta de SotoJuan Torras GómezAntoni Fernàndez Teixidó,Gabriel CalzadaCésar VidalMiguel Anxo Bastos, Pilar García de la GranjaCarlos Mallo Rodríguez Antoni Biarnes.


publicado aqui



sábado, 29 de setembro de 2012

Citação do dia




Hoje celebra-se o 131º aniversário de Ludwig von Mises (29 de Setembro de 1881 – 10 de Outubro de 1973).



Frase do dia






sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Gorduras vitalícias?


Romance ibérico


                                     Portugal                                                                   Espanha


Democracia participativa vs partidocracia


75 mil defendem redução de deputados



A petição ‘A Favor da Redução do Número de Deputados na Assembleia da República’ de 230 para 180 já tem 75 mil assinaturas. Os seus promotores, no entanto, estão à espera que o número cresça ainda mais antes de a entregarem na Assembleia da República.

notícia aqui



Citação do dia

Se Camões fosse vivo, escreveria assim os "Canalhíadas":

I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana 
Que agora se encontram instalados
Fazendo o que lhes dá na real gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a decência humana,
Olvidam-se do quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!

II

E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam para si as coisas valiosas
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!

III

Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Com a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.

IV

E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo a que possa, convosco ao lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que já têm no seu gene
A besta horrível do poder perene!

Luíz Vaz Sem Tostões




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Basta trazer a despesa para o nível de 2006



Ontem na TVI24 «Política Mesmo» aconteceu um debate entre o Keynesiano Pedro Lains  e o Austríaco João Cantiga Esteves.

Um dos momentos mais interessante desse debate foi sobre o corte de despesa, em que o keynesiano pergunta ao austríaco até onde se cortaria na despesa?  João Cantiga Esteves foi bem claro na sua resposta, basta trazer a despesa do estado para o nível de 2006.

Faça-se então a sangria. A mesma ficará conhecida nos manuais de história económica como a “purga socretina”.

A fórmula é simples:
+ impostos =  + recessão
+ cortes na despesa = - recessão








Situação política e económica do país




Capitalismo vs Socialismo