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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Definição de austeridade


Esta criancinha tem tudo para ser um brilhante economista e já supera até alguns doutorados em economia que só debitam porcaria no facebook...

Blog Contas Caseiras: Cavaco Silva entristece-nos



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

Só agora é que viu?


Ricardo Salgado: "Os mercados estão descontrolados"


“Os mercados estão descontrolados”, defendeu Ricardo Salgado, para quem “é fundamental” que a CMVM siga o exemplo dos supervisores espanhol e italiano e proíba o short selling[venda a descoberto], defendeu Ricardo Salgado, pois “quem actua no short selling [venda de um activo ou derivado que não possui, à espera que a cotação cai para o comprar] procura títulos com maior liquidez para reduzir as suas posições com o argumento do contágio da crise do euro”. “O capital está muito concentrado nas mãos de hedge fund e de private equity”, que são os grandes investidores, designadamente, de “divida soberana” e são eles “os verdadeiros manipuladores de mercado” e ao “atacarem um país” colocam pressão sobre os juros da divida [o preço a que um Estado se financia nos mercados]. Daí o conselho aos reguladores, como a CMVM, que devem “estar mais atentos”, embora reconheça ser uma tarefa “difícil” que exige “uma coordenação em termos internacionais”. 


notícia aqui



Este tema já foi abordado aqui

Sou defensor da proibição do short-selling. Um mecanismo que aposta na destruição do valor, muitas vezes sem qualquer razão plausível e controlado pelos grandes tubarões financeiros.

Outra curiosidade é que  uma ação que tenha um valor nominal de 1 € e desvalorize 50% cai para 0,50 € e para recuperar novamente 1 € tem de valorizar 100 %.

Nas empresas, na sociedade, tal como na vida em geral, a criação de valor é sempre mais difícil de executar do que a destruição de valor.

Fica aqui também uma curiosa história, um grande investidor nacional no mercado acionista português cruzou-se com um puto da city de Londres, em passeio por Portugal, que lhe falou que ia "shortar" forte numa determinada ação do PSI 20, uma das mais sólidas. Alguém acredita que este estava apoiado em algum fundamento técnico? A City e Wall Street já há muito tempo que se tornaram uns mercenários financeiros, que estão nem aí para a realidade financeira nem para o mercado real, vivem numa espécie de mundo virtual. 

Havendo muito dinheiro por trás, o short-selling é a coisa mais fácil do mundo para se ganhar dinheiro. Muitas dessas operações são realizadas a descoberto. E sabendo como esse dinheiro é criado do "nada" estas operações só visam atentar contra quem produz e procura criar valor.







quarta-feira, 18 de julho de 2012

Escolhas


Se algum empregado do privado tiver como escolha a redução do salário em 30%  ou a porta da rua qual deverá ser a sua escolha?

Qual das duas é mais benéfica para o próprio e já agora a menos inconstitucional...




domingo, 15 de julho de 2012

Keynes disse

"A longo prazotodos estaremos mortos".


E ele está. Mas nós que estamos vivos somos agora obrigados a levar com bolhas atrás de bolhas. 





quinta-feira, 5 de julho de 2012

A verdadeira discussão


Não é crescimento que está em verdadeira discussão, mas quem pagará a conta da crise. 



Enquanto não se sabe, os atuais líderes jogam nas costas do trabalhador que perde emprego e renda.



sexta-feira, 29 de junho de 2012

Estamos por dentro

..."Défice das contas públicas lá para Outubro já saberemos se fica perto dos 10% ou acima. Nem quero pensar no que pode acontecer"...


escrito a 3 de maio, por Paulo Pinto Rosas, aqui (ver comentários)




Hoje sabemos que já vai em 7,9%, só no 1º trimestre.


notícia aqui




Fica mais uma vez provado que em alguns blogues não há pão para malucos.


A troika de blogues económicos: 


- A espuma dos dias
- Contas Caseiras
- Omnia Economics


Estamos do lado da verdade económica e os principais eventos económicos são antecipados meses antes.





sexta-feira, 22 de junho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

É falso

Stiglitz: Nenhuma grande economia saiu de uma crise com austeridade.



notícia aqui


Afirmação falsa.


Exs:
Alemanha e Japão (pós-guerra) 
Portugal (Salazar)
Brasil (após a introdução do plano real de Fernando Henrique Cardoso)
Alemanha (reformas introduzidas no início desta década)
Suécia (anos 90)
...

Alguns nobeis parecem que não vivem neste mundo... Ou andam por aí a soldo para defender teses que levam ao colapso.






terça-feira, 19 de junho de 2012

O que é o dinheiro

Por Peter Schiff,


Nos tempos atuais, fomos convencidos na doutrina a crer que pequenos pedaços retangulares de papel são a exata definição de dinheiro, e que o governo — mais especificamente seu banco central — é a sua única fonte possível.  


Para se discutir honestamente como é possível obter uma moeda honesta e forte, é necessário antes entender como surgiu o dinheiro e como se estabeleceu nosso atual costume monetário.


No início, era cada um por si.  Cada indivíduo comia ou vestia apenas aquilo que ele fosse capaz de coletar ou caçar.

E então surgiu o escambo, que foi o primeiro avanço.  Se  estivesse em posse de alguns quilos extras de carne, e o seu vizinho possuísse uma quantidade excedente de pele de animal, os dois poderiam incorrer em uma troca direta. 

Se alimentos, água, roupas e ferramentas simples são os únicos bens disponíveis no mercado, o escambo acaba sendo um meio relativamente eficiente de troca — sempre poderá encontrar alguém que possui aquilo que  pretende e alguém que quer aquilo que possui.

Porém, tão logo surgiu um esquema básico de produção e manufatura, e a prosperidade começou a aumentar, o escambo se tornou uma prática inadequada.  Imagine que você é um caçador e quer adquirir uma cama, mas o único produtor de camas da cidade é um vegetariano.  O que você pode fazer neste caso?  Primeiro teria de descobrir o que o produtor de camas aceitaria em troca da cama (talvez tofu), e então teria de encontrar alguém que possuísse tofu e estivesse disposto a trocar por carne.  Se não conseguisse encontrar tal pessoa (o produtor de tofu quer um chapéu em troca), teria de procurar por uma quarta pessoa (alguém que quisesse carne e que possuísse o chapéu que o produtor de tofu quisesse), ou tentar convencer o produtor de camas vegetariano a aceitar sua carne para, algum tempo depois, tentar trocá-la por algum outro bem.

A carne, no entanto, estraga com o tempo, de modo que o produtor de camas teria de se livrar dela rapidamente.  Consequentemente, sendo  incapaz de conseguir arrumar algum bem que o produtor de camas queira consumir, decide trocar sua carne por um pouco de sal.  Ato contínuo, aproxima-se do produtor de camas e diz: "Olha só, eu sei que você não quer sal, mas pense em todas as outras pessoas que querem.  Elas utilizam sal para preservar suas carnes e para dar mais sabor às suas sopas.  E o sal é imperecível, de modo que pode armazená-lo pelo tempo que quiser.  

E se, quando o vendedor de tofu vier à cidade, ele não quiser sal, poderá explicar a ele exatamente isso que acabei de explicar — que ele poderá utilizar o sal para comprar algo que ele queira futuramente."

Se entre si e o produtor de camas chegarem a um acordo, então acabou de inventar o dinheiro.  

Organicamente, mais pessoas na sua comunidade começarão a utilizar o sal como meio de pagamento, mesmo que elas não tenham a intenção de consumi-lo, pois sabem que outras pessoas irão aceitá-lo como meio de troca.

Porém — e isso é muito importante —, o valor do sal-dinheiro não depende exclusivamente de as outras pessoas aceitarem-no como meio de pagamento.  Se, por algum motivo, as pessoas pararem de aceitar sal como meio de pagamento, você ainda assim poderá utilizar o sal como... sal.  O sal não perdeu suas funções originais.

O sal já foi utilizado como dinheiro e mostrou ser uma ótima moeda, especialmente antes da invenção da refrigeração, pois era amplamente demandado, divisível até o nível granular, muito portátil e transportável, fácil de ser pesado, e podia ser facilmente testado contra falsificações: bastava prová-lo com seu paladar.  Os romanos utilizaram o sal como dinheiro.

No entanto, o fato de o sal ter passado a servir como dinheiro não significava que não poderiam surgir outras formas de dinheiro em circulação.  Folhas de tabaco também poderiam ser amplamente aceitas como meios de pagamento, assim como o ouro ou a prata.

A maior invenção da história?

A questão é que o dinheiro surgiu naturalmente na sociedade, e surgiu como uma maneira de auxiliar as transações económicas voluntárias.  Foi uma das maiores invenções da humanidade.  O dinheiro não apenas facilitou às pessoas adquirirem o que queriam, como também tornou o ato de poupar muito mais possível — podia-se agora acumular o dinheiro excedente para gastá-lo em um momento posterior.

Embora poupar seja hoje um ato vilipendiado pelas elites políticas, trata-se de um elemento essencial para o progresso económico.  Ao facilitar às pessoas o ato de poupar, o dinheiro efetuou duas medidas cruciais.  Primeiro, ele inspirou mais diligência e empreendedorismo: havia agora um incentivo para se trabalhar mais duro para se auferir em um dia mais do que poderia gastar em um dia.  Segundo, a poupança possibilitou a empreendedores ambiciosos fazer grandes investimentos em capital: máquinas que economizavam trabalho humano, armazéns e transportes.

Se o poupador não tivesse grandes planos em mente para o seu dinheiro, ele ainda assim poderia fazer com que ele fosse produtivo: bastaria emprestá-lo para terceiros.  Financiamento era algo praticamente impossível sem dinheiro.  É claro que você poderia dar um porco para o seu vizinho este ano em troca de um porco e de uma galinha no ano seguinte, mas haveria muito mais espaço para contendas. "Este porco não é tão saudável quanto o porco que lhe dei o ano passado."

Já um dinheiro-commodity utiliza medidas universais e objetivas, como peso, para mensurar sua qualidade.  Logo, não havendo espaço para variações de qualidade,  pode emprestar o seu dinheiro tendo a confiança de que, o que você receberá em troca no futuro, terá a mesma qualidade que emprestou.

O dinheiro também tornou a especialização algo mais fácil.  Se no seu caso fosse realmente bom em algo — por exemplo, fabricar pregos (utilizando o famoso exemplo da Adam Smith) —, poderia agora ganhar a vida apenas fabricando pregos.  Sem o dinheiro, alguém que passou o dia inteiro fabricando pregos teria de encontrar (a) alguém com comida em excesso que quisesse pregos, (b) alguém com abrigo disponível que quisesse pregos, (c) alguém com excesso de roupas que também quisesse pregos naquele momento, e por aí vai.

Porém, quando o dinheiro é introduzido, o vendedor de pregos necessita encontrar apenas (a) pessoas com dinheiro que queiram pregos, e (b) diferentes pessoas que possuam os bens que o vendedor de pregos queira comprar e que queiram dinheiro em troca.  Facilitar a especialização cria eficiências.  

A especialização permite a divisão do trabalho, de modo que as pessoas passam a agir de acordo com suas habilidades e seus interesses.  A produtividade aumenta.  De incontáveis maneiras, o dinheiro aperfeiçoa a sociedade.

Moedas concorrenciais

No passado, diferentes tipos de dinheiro-commodity concorriam entre si.  O sal possuía suas vantagens, mas também apresentava desvantagens — além de ter de mantê-lo seco, era fácil perder alguma porção.  Em Roma, a elevação do nível dos oceanos foi tornando muito mais difícil a obtenção de sal ao longo dos anos.

Enquanto isso, o ouro ia continuamente apresentando várias vantagens.  Era fácil de ser armazenado.  Não deteriorava.  Assim como o sal, era de fácil divisibilidade, e também fácil de ser modelado em formatos diferente: podia-se criar blocos ou moedas de diferentes pesos ou denominações, os quais podiam ser padronizados.  Ele não enferrujava, não sujava e não sofria outras reações indesejadas ao entrar em contato com produtos químicos.

Como qualquer dinheiro verdadeiro, que surgiu no mercado, o ouro possui utilidade própria, o que sempre irá lhe garantir algum valor.  Majoritariamente, pensamos em seu valor decorativo — em praticamente qualquer cultura, o ouro é considerado algo bonito.  As mulheres adoram ouro, e satisfazer as fantasias femininas é universalmente considerado algo bom.  O ouro possui uso industrial devido à sua resistência à corrosão e à facilidade com que pode ser reduzido a placas extremamente finas.

O ouro também é raro o suficiente para ser valioso, mas ao mesmo tempo abundante o suficiente para ser de ampla circulação.  Sua oferta cresce, mas nunca a taxas altas.

Nenhuma autoridade teve de declarar que o ouro era dinheiro.  Ele surgiu espontaneamente como meio de troca, e em vários casos venceu a concorrência contra outras moedas.  Ele nem sempre venceu à custa da exclusão de todos os outros tipos de dinheiro, mas foi provavelmente o mais bem-sucedido dinheiro que já existiu, graças não a algum decreto superior, mas sim aos seus próprios atributos.
E isso é extremamente importante: o dinheiro não vem do governo; ele surge na própria sociedade.



segunda-feira, 18 de junho de 2012

A Maneira correta de resgatar um banco



encontrado aqui: 



Durante a crise financeira de 2008 que culminou com a falência da Lehman Brothers, o governo americano interveio para evitar um completo colapso do sistema financeiro mundial.

Henry Paulson, o secretário do tesouro do governo Bush, fez uma enorme campanha para conseguir aprovar o bailout para os bancos, foi ao congresso, fez aparições na TV, pediu à população para aprovar o pacote de ajuda de US$ 800 bilhões para o setor financeiro.

Na época esse montante parecia algo inimaginável, próximo a 1 trilhão de dólares. Hoje esse valor parece mais um troco já que é sabido que o valor total do bailout aos bancos foi de mais de US$16 trilhões.

Com certeza a intervenção foi necessária. Sem a intervenção o sistema financeiro mundial teria implodido e o mundo mergulharia numa profunda depressão deflacionária.

O grande problema foi como o bailout foi feito, visando muito mais salvar os bancos e investidores do que proteger a saúde da economia.

O artigo Hey, Europe, Here’s The Right Way To Bail Out Banks… publicado no Business Insider explica como um banco tem que ser resgatado:

Resgate de bancos podem ser feitos sem que custem biliões de dólares aos contribuintes ou premiar executivos e investidores que tomaram decisões erradas.

O resgate precisa apenas ser feito da forma correta:



São 7 passos:
  • Tomar posse do banco
  • Demitir os gerentes/diretores
  • Corrigir o valor dos empréstimos podres para o seu atual valor de mercado
  • Zerar o valor do banco (os acionistas perdem tudo)
  • Compartilhar as perdas entre os credores do banco ( perdem alguma coisa)
  • Injetar novo capital
  • Re-valorizar o banco (vendendo parte ou tudo)


Numa reestruturação assim, o banco não para as suas operações, então a economia não é afetada.


Enquanto isso, os idiotas que emprestaram ao banco e compraram as ações do banco tem o prejuízo que merecem. E o banco imediatamente se torna sólido outra vez, pronto para fazer novos empréstimos para empresas e países que os mereçam. (e, talvez os agentes financeiros que ainda estejam no banco sejam punidos por sua estupidez e sejam mais prudentes na próxima vez).


Não importa o tamanho do banco, isso pode ser feito com um banco de qualquer tamanho.


E se precisar, isso pode ser feito com vários bancos ao mesmo tempo. Só precisa de uma entidade – como o governo americano ou o BCE – que tenha o poder de se apossar e reestruturar o banco antes que ele vá a falência.


Esta é a forma correta de resgatar os bancos. E essa é a única forma de fazê-lo sem premiar a estupidez, os empréstimos imprudentes e falhando em atacar a raíz do problema.




artigo original aqui


sexta-feira, 15 de junho de 2012

O problema


O problema não está no capitalismo, o problema está em quem manipula o capitalismo.




quinta-feira, 14 de junho de 2012

A tática maniqueísta socialista

A tática maniqueísta socialista, já não se apresenta mais à sociedade naquele discurso do controle total da sociedade, o esquema passa agora pelas excepções, de uma excepção tentam criar uma regra, e de excepção em excepção de forma dissimulada e não assumida pretendem assim chegar na mesma ao controle total da sociedade, o que é o seu verdadeiro ideário.



Sair do €uro (parte 2)



A posição de Tiago Mestre, autor do blog Contas Caseiras.




O € só continuará com alguma credibilidade enquanto a Alemanha mostrar vitalidade económica e se chegar à frente nos bailout's.

Um dia este ciclo irá terminar, com isso virá a desconfiança e lá se vai o euro como padrão-ouro.

Todas as medidas inflacionistas que o BCE tomou (SMP, LTRO e Target2) representam euros que entraram nos mercados. Alguns deles estão parqueados no BCE, como sabemos, evitando maiores males. Mas a inflação só não ataca porque:

- continuamos a assistir a um mega desalavancamento no setor privado (Há menos créditos a realizarem-se diariamente, reduzindo a expansão monetária)

- a confiança que ainda há no euro mantêm muitos ativos denominados nesta moeda.

O € está assente num castelo de cartas que se fragiliza dia após dia. Não tenho nada contra o €, mas tanto a sua origem, como a sua construção e gestão revelam o logro que é esta moeda.


Oxalá que assim não o fosse, e aí sim, à moda do Salazar, tínhamos uma moeda rica e exigente para com o seu povo, obrigando este a ser melhor dia após dia. Esse era o € que eu gostava de ver.


O BCE está falido e não hesita em imprimir dinheiro, metade dos países do € estão falidos e pedem dinheiro emprestado entre eles, andamos diariamente a pedir emprestado ao resto do planeta. Grécia faz bluff, ameaça e a UE ajoelha-se. Quer dizer, é tudo ao contrário.

Está-se todos os dias a trabalhar para que a confiança no € desapareça. E quando todo este dinheiro escondido (parqueado) e todos estes ativos denominados em euros vierem à superfície, aí teremos muito dinheiro a competir pelos mesmos bens. Lá se foi o padrão ouro e o euro torna-se numa moeda fiat igual a qualquer outra. O único ativo que o euro ainda possui é a confiança das populações. Não tem ouro a suportá-lo, nem petróleo, nada.

A única diferença aqui entre o € e um eventual novo escudo é a escala. O € é gigante e engloba muitos países, alguns deles com pib per capita do melhor que há no mundo. O capital de confiança que se depositou nesta moeda é 1000 vezes superior ao depositado num novo escudo que será governado por políticos portugueses ignorantes e populistas. Descredibilizar o € demora 1000 vezes mais do que o escudo, mas os políticos estão ativamente a promover isso.

Acredito que um novo escudo português ou um € sem a Alemanha sofrerá desvalorizações enormes. Na tentativa de pagar empréstimos e despesas, recorrerão à impressão para despachar o assunto. Também não quero isso, quem me dera a mim que tal não sucedesse, mas acredito que o € está condenado a prazo, e não por minha culpa. Teremos que que arranjar outra coisa qualquer que o substitua, quer concordemos ou não.




Short Selling

Short Selling: benéfico ou prejudicial?

Para perceber um pouco mais sobre este mecanismo bolsista entre aqui. (artigo + comentários)

Uma cuidada explicação sobre o assunto de Paulo Rosas, autor do nosso blog parceiro Omnia Economicus.


Sair do €uro


Admito a saída caso:


- A Europa não preveja no futuro algum tipo de políticas protecionistas que defenda melhor a competitividade das economias do sul da Europa (no futuro breve as economias do norte irão precisar de aderir também a essa realidade). Nós entramos para um mercado comum que nos anos 80 e 90 funcionou muito bem, pois o mercado era mais intra-comunitário que global. Hoje o mercado já é mais global e na dinâmica atual a Europa vai acabar nivelada por baixo. 


- A Alemanha não preveja a reestruturação de dívida pública (até 1/3) com o cumprimento do plano da Troika. Quem acha que a dívida deve ser paga integralmente que questione o Sócrates como conseguir tal proeza.


- Se saía do € para uma moeda estável e não inflacionária. De preferência indexada ao € (-20 a 30%), é importantíssimo ficarmos salvaguardados de políticos delirantes.


- Caso a Alemanha saia do €. O € vai virar uma rebeldaria, sai a Alemanha, sai a Holanda, sai a Finlândia, sai a Áustria, desvaloriza-se forte a moeda, a Europa do Sul paga as dívidas, e até mais €.





quarta-feira, 13 de junho de 2012

Já reparou

Nos fóruns, tanto do Jornal de Negócios como no Diário Económico, nos comentários esclarecidos, temos cada vez mais gente a conhecer e a defender a verdade económica.

Cada vez mais vemos também nos blogues económicos o destaque à escola austríaca e a eficácia dos seus ensinamentos.

Até na TV já vamos vendo uns casos ali e acolá.

Há alguns meses atrás não era tão fácil encontrar tais ideias.

A esquerda, políticos, opinion-makers e o pensamento anglo-saxónico, estão a cair assim cada vez mais no ridículo com a sua conversa de treta, pois quem já despertou a consciência sabe que foram esse tipo de práticas que levaram ao estado atual da economia.

A crise ainda está longe de terminar, mas algumas ideias que muitos julgavam garantidas, em ideologias e pensamentos dominantes na sociedade, são agora recusadas por quem procura estar mais bem informado e esclarecido.

Faça o seu papel também. Partilhe e viva na verdade económica!





domingo, 10 de junho de 2012

Outros campeonatos

Em 1974, 1 marco alemão valia 10 escudos, em 1998 aquando da véspera da entrada no euro, o marco já valia 102.505 escudos.



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Chegaram ao fim

Apenas desde a Segunda Guerra Mundial, mais de 70 uniões monetárias chegaram ao fim em todo o mundo.


fonte aqui



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Os conselhos de Medina


na revista sábado

A aposta nos dólares é que é quase como passar de cavalo para burro, mas na eventualidade de alguma destas moedas caírem a primeira será sempre o cavalo.